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8 Mandamentos do Rei da Advocacia

17 nov
1- “Roupa grife”: Você tem que se vestir com os melhores ternos, das melhores grifes. Usar terno da Armani pra fazer audiência no Juizado é essencial. Abotoaduras Bvulgari da 25 de março e aquela caneta Mont Blanc que você pagou 10 reais no camelô também são essenciais para agregar valor aos honorários.
2- “Carrão”: Você tem que ter um carro. Um carro potente. Na verdade não precisa ser potente, o que importa é ter uma chave bonita, grande e escandalosa para chamar a atenção da parte contrária quando você colocar em cima da mesa de audiências. Chaveiros made in china da BMW, Audi ou Mercedes-Benz são essenciais.
3- “Camarote” – Quando a pessoa ta no Fórum ela é só mais uma. Agora quando está na sala da OAB tomando café, ela acaba em evidência. O cafezinho na OAB é uma questão de status. E você sabe né, as colheradas de leite em pó e açúcar podem variar de 1 a 5. Praticamente um Starbucks, pura ostentação.
4- “Serviço Exclusivo”: O advogado sempre tem que ter favores a receber daquele Oficial de Justiça ou Cartorário. Ter um processo mas não conseguir citar a parte contrária ou fazer ele “subir pro gabinete” é como ter um boeing com piloto de teco-teco.
5- “Segurança”: Segurança é sinônimo de “Guardinha do Fórum”. Um serviço exclusivo que, além de proteger sua integridade física da inveja dos estagiários, ainda fica cuidando do seu guarda chuva na portaria quando chove.
6- “Famosos”: Para ser o Rei da Advocacia, imprescindível ter no seu convívio diversos juristas, doutrinadores. Além de te fazer ser capa da “Caras” em algum escândalo do jurídico, ainda te honra com convites para os churrascos-ostentação-fora-do-normal do Barbosinha, e pizza no Levandowhisky (sempre com presença de políticos influentes cheios de problemas para resolver). Isso agregar valor a seu Recurso Extraordinário.
7- “Estagiários”: Estagiários são como mulheres no camarote, você precisa de vários, mesmo não tendo trabalho pra todos. Eu vou falar uma coisa bem pesada e que nem deve ir pro ar, meus estagiários trabalham de graça só pra ter um email com o nome da empresa, é uma questão de status.
8- “Instagram”: Não adianta ser advogado se você não tiver Instagram pra postar aquela jurisprudência do STJ contrária a decisão de primeiro grau ou aquela sentença julgando procedente seu pedido. Vale também para bater fotos dos processos, das atas de audiência e da cervejinha na casual Friday.

10 Dicas Para Manter O Foco Nos Estudos

10 out

10 icas para manter o foco nos estudos atéPassar

NÃO PERCA O FOCO: MANTENHA-SE CONCENTRADO EM SEUS OBJETIVOS

Uma das mais eficientes técnicas de estudo é ser capaz de se concentrar. Muitos de nós estamos distraídos quando nos sentamos para estudar, e nem nos damos conta. Quando você se mantém concentrado, ajuda a manter o foco e a aumentar sua taxa de recuperação do que foi estudado. O AtéPassar oferece 10 dicas para manter o foco enquanto estuda.

1. Meditação

As pessoas que meditam regularmente acham mais fácil se concentrar. Meditar por 20 minutos diários pode ajudar você manter-se calmo e focado. Se limpar sua mente é muito difícil, existem meditações guiadas que você pode utilizar. Veja http://www.oshosukul.com/medita.htm

2. Eliminar ou ignorar distrações

O ideal é eliminar as distrações. Porém, se não for possível, treine-se para ignora-las. Descubra o que mais o afasta da concentração (televisão, computador, telefone, conversas, etc) e tome providências para que estas coisas não atrapalhem o foco sua hora de estudo.

3. Qual sua melhor hora do dia?

Algumas pessoas trabalham melhor no início da manhã, enquanto outros são corujas felizes por estarem acordadas ainda, quando o dia vai começar. Tanto quanto possível, você deve agendar o estudo para estes períodos do dia. Tentar estudar em horários de baixa energia vai tornar mais difícil para você compreender a informação e vai afastá-lo do foco.

4. Conheça os seus porquês

Saber por que você está estudando pode ajudar a aumentar o seu foco mental. Se você tem bem claro seu objetivo de longo prazo para estudar (se é para aprender uma nova habilidade ou conseguir um bom emprego), você vai fazer mais um esforço para superar o desconforto do momento. Certifique-se o resultado final do estudo é algo que você realmente deseja alcançar.

5. Pense negativo

Não, isso não é um erro de digitação! As pessoas que pensam seus objetivos em termos de prevenção são menos propensos a desistir. Ao invés de focar apenas nas coisas boas que o estudo trará para você, pense também no que você pode evitar estudando (perder o ano escolar, perder a chance de entrar no serviço público, não passar no vestibular, etc).

6. Estabeleça uma meta para cada sessão de estudo

Cada vez que você sentar para estudar você deve ter um objetivo definido para aquela sessão de estudo. Poderia ser rever um capítulo ou identificar cinco pontos-chave do material, ou resolver 30 questões de concursos anteriores. Não saia do plano. Cada vez que você definir um objetivo pequeno e alcançá-lo, vai ficando mais forte na sua mente a ideia de cumprir metas quando estuda.

7. Para começar, defina um limite de tempo

Se você é uma pessoa que tem problemas para iniciar uma tarefa, definindo-se um limite de tempo pode ajudá-lo a concentrar-se e superar sua aversão inicial da tarefa em mãos. Sabendo que você só tem que se concentrar para os próximos 30 minutos faz parecer muito mais realizável.

8. Adeque seu tempo de estudo e pausas

Geralmente se planejam sessões de estudo de 50 minutos com 10 minutos de intervalo. Talvez, você não consiga passar tanto tempo focado. Então, que tal estudar por 25 minutos e fazer uma pausa de 5 minutos?

9. Mantenha boa forma física

Acredite ou não, estar fisicamente apto pode ajudá-lo a se concentrar para estudar. Além do exercício ser um grande compensador do esforço intelectual, se for aeróbico, dá suporte ao funcionamento cerebral ideal. Ser fisicamente ativo também ajuda você a dormir melhor à noite. Assim, você estará menos cansado e mais fácil de se concentrar.

10. Estabelecer o hábito de começar

Como mencionado, muitas pessoas acham começar a parte mais difícil de estudar. Sendo assim, a coisa mais importante é apenas para fazê-lo. Não espere até amanhã ou por condições perfeitas ou pior de tudo: por “inspiração”. Começar logo pode se tornar um hábito, se praticado por muito tempo.

Modelo de Ação de Indenização por Danos Morais e Materiais

11 ago

 

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE____.

——–, brasileira, solteira, cabeleireira, portadora da cédula de identidade nº., residente e domiciliada na Rua, nº., Bairro, nesta Capital, por seu procurador infra-assinado, mandato anexo (Doc.1), vem mui respeitosamente, à presença de Vossa Excelência propor a presente

AÇÃO DE INDENIZAÇÃO DE DANOS MORAIS E MATERIAIS

em face de —–, brasileira, casada, dona de casa, inscrita no CPF sob o nº., residente e domiciliada na Rua, Qd., nº., Bairro, nesta Cidade, pelos motivos que passa a expor para, ao final, requerer.

DOS FATOS

A Requerente, como já qualificada, é cabeleireira e trabalha em um salão de beleza no bairro do Novo Cohatrac-Trizidela, que se situa na mesma rua onde a Requerida mora.

Ocorre que a Requerida, anda espalhando para as vizinhas do salão, que também são clientes da requerente neste estabelecimento, que está é “SAPATÃO”, e que tem um caso com a amiga de trabalho, a Srta.——-.

A Requerente só soube do ocorrido após uma conhecida em comum de ambas, contar-lhe o fato, o que ocasionou um grande constrangimento nesta que junto à amiga, a Srta. —, registrou um Boletim de Ocorrência no—D. P., sob o nº —/ano.

A Vítima já havia notado a falta de clientes no salão, no entanto, só após ter sido comunicada da difamação a qual a Requerida desferiu a terceiros, vinculou os fatos e concluiu que a clientela ficou escassa devido à imputação que lhe foi feita.

Sabe-se, M.M., que embora os avanços culturais e sociais, a sociedade brasileira ainda é muito preconceituosa, e isto é tão verdade, que por si só a difamação feita pela Requerida ocasionou uma perda considerada das clientes, que, preconceituosamente, deixaram de ir ao salão em conseqüência desta.

Logo, com a perda de clientes, perde-se também na produção, o que afeta o salário da Requerente.

Infelizmente, esta é uma verdade que não pode se esconder! Vivemos em uma sociedade preconceituosa, então, nada mais justo que fazer justiça a Requerente que teve sua vida, honra e profissão denegridas e expostas.

Cabe ressaltar também, que esta se encontra muito deprimida, e que tem tremores, não dorme direito, com medo que seus pais saibam do ocorrido.

Enfim, a Vítima foi exposta ao ridículo, desmoralizada no seu âmbito social e laboral, por mero capricho de uma Senhora. que cisma em expô-la por meio de fofocas, que ainda continuam a serem desferidas.

DO DANO MORAL

A Constituição Federal de 1988 preceitua em seu artigo 5º, inciso X, que:

“Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
(…)
X – São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;” (grifamos)

Dessa forma, claro é que a Requerida, ao cometer a difamação, afrontou confessada e conscientemente o texto constitucional acima transcrito, devendo, por isso, ser condenada à respectiva indenização pelo dano moral sofrido pela Requerente.

Evidente, pois, que devem ser acolhidos os danos morais suportados, visto que, em razão de tal fato, decorrente da culpa única e exclusiva da Requerida, esta teve a sua moral afligida, foi exposta ao ridículo e sofreu constrangimentos de ordem moral, o que inegavelmente consiste em meio vexatório.

Dano moral, frise-se, é o dano causado injustamente a outrem, que não atinja ou diminua o seu patrimônio; é a dor, a mágoa, a tristeza infligida injustamente a outrem com reflexo perante a sociedade.

Neste sentido, pronunciou-se o E. Tribunal de Justiça do Paraná:

“O dano simplesmente moral, sem repercussão no patrimônio, não há como ser provado. Ele existe tão-somente pela ofensa, e dela é presumido, sendo bastante para justificar a indenização” (TJPR – Rel. Wilson Reback – RT 681/163).

A respeito, o doutrinador Yussef Said Cahali aduz:
“O dano moral é presumido e, desde que verificado ou pressuposto da culpabilidade, impõe-se a reparação em favor do ofendido” (Yussef Said Cahali, in Dano e sua indenização, p. 90).

Preconiza o Art. 927 do Código Civil:

“Art. 927. Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo”.

Não se pode deixar de favorecer compensações psicológicas ao ofendido moral que, obtendo a legítima reparação satisfatória, poderá, porventura, ter os meios ao seu alcance de encontrar substitutivos, ou alívios, ainda que incompletos, para o sofrimento. Já que, dentro da natureza das coisas, não pode o que sofreu lesão moral recompor o “status quo ante” restaurando o bem jurídico imaterial da honra, da moral, da auto estima agredidos, por que o deixar desprotegido, enquanto o agressor se quedaria na imunidade, na sanção? No sistema capitalista a consecução de recursos pecuniários sempre é motivo de satisfação pelas coisas que podem propiciar ao homem.

Harmonizando os dispositivos legais feridos é de inferir-se que a reparação satisfatória por dano moral é abrangente a toda e qualquer agressão às emanações personalíssimas do ser humano, tais como a honra, dignidade, reputação, liberdade individual, vida privada, recato, abuso de direito, enfim, o patrimônio moral que resguarda a personalidade no mais lato sentido.

Indubitavelmente, feriu fundo à honra da autora ver seu nome em meio a “fofocas”, espalhado por toda vizinhança, uma informação falsa, e que diz respeito somente a esta e a mais ninguém.

MARIA HELENA DINIZ (Curso de Direito Civil Brasileiro, 7º vol., 9ª ed., Saraiva), ao tratar do dano moral, ressalva que a reparação tem sua dupla função, a penal “constituindo uma sanção imposta ao ofensor, visando à diminuição de seu patrimônio, pela indenização paga ao ofendido, visto que o bem jurídico da pessoa (integridade física, moral e intelectual) não poderá ser violado impunemente”, e a função satisfatória ou compensatória, pois “como o dano moral constitui um menoscabo a interesses jurídicos extrapatrimoniais, provocando sentimentos que não têm preço, a reparação pecuniária visa a proporcionar ao prejudicado uma satisfação que atenue a ofensa causada.” Daí, a necessidade de observar-se as condições de ambas as partes.

Em que pese o grau de subjetivismo que envolve o tema da fixação da reparação, vez que não existem critérios determinados e fixos para a quantificação do dano moral, a reparação do dano há de ser fixada em montante que desestimule o ofensor a repetir o cometimento do ilícito.

Mesmo diante da imensurável dificuldade em arbitrar-se o valor do quantum da indenização, ante a falta de reais parâmetros, a doutrina tem se manifestado no sentido que ficará ao arbítrio do juiz a apreciação deste valor, levando-se em consideração algumas diretrizes:

“A fixação do quantum competirá ao prudente arbítrio do magistrado de acordo com o estabelecido em lei, e nos casos de dano moral não contemplado legalmente a reparação correspondente será fixada por arbitramento. É de competência jurisdicional o estabelecimento do modo como o lesante deve reparar o dano moral, baseado em critérios subjetivos (posição social ou política do ofendido, intensidade do ânimo de ofender) ou objetivo (situação econômica do ofensor, risco criado, gravidade e repercussão da ofensa).” (DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. 13ª edição. São Paulo: Editora Saraiva, 1999, v.7.

Na mesma linha de raciocínio, a orientação emanada do Colendo Superior tribunal de Justiça é no sentido de que o valor da indenização por danos morais deve ser entregue ao prudente arbítrio do juiz que motivadamente deve atender à peculiaridade de cada caso concreto e tomar em consideração à sua dupla finalidade: reparatória e pedagógica.

Evidentemente o resultado final também leva em consideração as possibilidades e necessidades das partes de modo que não seja insignificante, a estimular a prática do ato ilícito, nem tão elevado que cause o enriquecimento indevido da vítima.
O dano moral sofrido pela Autora ficou cabalmente demonstrado quando a mesmo, diante da atitude ilegal e injusta da Requerida. Não bastasse a privação de sua liberdade, aquela foi motivo de zombaria por parte da vizinhança, fatos estes que lhe geraram uma inquietação pessoal, ante a vexatória humilhação promovida pela Demandada.

DO DANO MATERIAL

Sabe-se que o dano material e moral pode advir do mesmo fato gerador possibilitando, assim, a percepção acumulada de duas indenizações, uma decorrente da ofensa material e outra da moral.
Aliás, no particular, tanto a doutrina, quanto a jurisprudência, em sua esmagadora maioria, caminham pelos mesmos trilhos, afirmando que ambos os danos, e suas conseqüências pecuniárias, podem comparecer, lado a lado, sem que se possa antever, neste caso, a configuração de um bis in idem.
O Ministro Eduardo Ribeiro, quando do julgamento do Resp. 4.236/RJ, 3ª Turma, DJU 01/07/1991, analisou a matéria da seguinte maneira:
“Se há um dano material e outro moral, que podem existir autonomamente, se ambos dão margem a indenização, não se percebe porque isso não deva ocorrer quando os dois se tenham como presentes, ainda que oriundos do mesmo fato. De determinado ato ilícito decorrendo lesão material, esta haverá de ser indenizada. Sendo apenas de natureza moral, igualmente devido o ressarcimento. Quando reunidos, a reparação há de referir-se a ambos. Não há porque cingir-se a um deles, deixando o outro sem indenização.”
Deveras, o STJ, já cristalizou a inclinação jurisprudencial, em tal direção, editando a Súmula 37, segundo a qual:
“Se o dano material e o moral decorrem do mesmo fato serão acumuláveis as indenizações”.
Como mencionado anteriormente, em função da difamação feita à requerente, houve um declínio na clientela do salão onde esta trabalha, causando assim um prejuízo à sua produção, e no seu salário.

O caput do art. 953 do Código Civil Brasileiro dispõe:

Art. 953. A indenização por injúria, difamação ou calúnia consistirá na reparação do dano que este delas resulte ao ofendido.”(grifamos)

Logo, a título de reparação do resultado da difamação, requere-se também o dano material, pela diminuição do número de clientes que freqüentavam o salão.

DO PEDIDO

Diante do exposto requer que Vossa Excelência se digne:

• Os benefícios da Assistência judiciária gratuita por serem pobres no sentido legal da palavra e não poder arcar com as custas processuais e honorários advocatícios sem prejuízo ao sustento próprio e de sua família, conforme declaração.

• Citação do requerido no endereço supra mencionado, para querendo, no prazo legal, conteste a presente ação, sob os efeitos da revelia e confissão quanto à matéria de fato e de direito.

• Ao final, que declare a Sra.—–, responsável civilmente pelos danos materiais e morais, sofridos pela Autora, condenando-a a reparar os danos materiais, nos termos dos artigos 953 do Código Civil, bem como os danos morais, estes fixados por arbitramento, ao talante do prudente arbítrio de Vossa Excelência.

• Que faça incidir sobre o valor da condenação juros de mora e atualização monetária, da data que a Autora soube do ato ilícito (10/out/2009), até a data do efetivo pagamento.

Protesta provar o alegado por todos os meios de provas em direito admitidos, notadamente provas documentais já acostadas ou que se anexe aos autos a posteriori, oitiva do Autor e de testemunhas, as quais as arrolará no prazo do artigo 407 do Código de Processo Civil, ficando desde já especificado estas provas, para produção durante a instrução.

Nestes termos,
Pede-se deferimento

Local e data.

Assinatura do Advogado
Nome do Advogado
OAB nº

Como julgar alguém se você faz o mesmo erro?

1 ago
Atualmente o que mais vemos em nossa querida sociedade é a tal da hipocrisia. Hoje em dia o que não falta são pessoas apontando o dedo para todos os cantos demonstrando que fulano e fulana estão errados e vão até o fim do mundo para que todos saibam disso. Mas, e quem deu esse direito às pessoas saírem apontando os erros dos outros?
A famosíssima liberdade de expressão. É ela a mais usada nas desculpas de quem não fica quieto perante os acontecimentos que os cerca. Ou então a consciência, alguns dizem que tem a consciência limpa em denunciar e apontar o dedo para o próximo pois é um dever de todos e a liberdade de expressão está ai pra isso. Mas, espere ai, quem é pode julgar alguém? Quem é que tem o poder de dizer que o outro está errado?
Espere ai religiosos, não vou dizer que é Deus. Até porque seria um clichê e isso já é uma verdade universal, afinal Deus nunca errou. A questão aqui é falar sobre quem de nós, reles e errantes humanos, têm o poder de sair apontando o dedo para os outros? Obviamente que qualquer um pode fazer isso, basta ter uma boca pra denunciar e uma mão para apontar. Será mesmo que só isso é o suficiente?

É claro que não. A liberdade de expressão deixa você se manifestar mas sua consciência é a responsável por dizer se você deve ou não abrir a boca pra falar dos outros. Se fôssemos seguir o famoso jargão popular de “Só pode julgar que não erra”, ninguém no mundo estaria habilitado para julgar os atos de alguém. Entretanto, podemos fazer aqui uma pequena mudança nesse dito,por que ao invés de nunca ter errado, o que é impossível, apenas não ter cometido o mesmo ato que você está julgando não te torna apto(a) para julgar, já que você pelo menos não errou?

Logo, podemos dizer que se eu não roubei, eu posso julgar da forma que eu quiser alguém que tenha cometido roubo. Se fosse assim, seria menos injusto do que o que vemos atualmente. O que presenciamos são sujos falando dos mal lavados de uma forma tão séria que acabamos realmente convencidos de que essa pessoa tem todo o direito de falar como está falando e que, além disso, está com toda razão! Pode isso?
Nosso sistema jurídico não reflete e não tem necessidade de refletir sobre esse tema. Para julgar um crime em um tribunal basta você estar investido regularmente na carreira de juiz. Esse juiz é vigiado 24 horas por dia e deve ter uma conduta extremamente ilibada já que ele tem o poder de julgar os outros, ele não pode cometer o mesmo erro. Logo, podemos afirmar que juízes são pessoas perfeitas? Mas é claro que não. Juízes são humanos antes de tudo e por isso estão sempre suscetíveis ao erro, seja proposital ou não. Eles apenas se policiam mais do que nós.
Não sei se ficou claro, mas podemos perceber que não cometer o mesmo erro te torna eticamente apto para julgar quem errou. Então se alguém não cometeu o mesmo erro que você, essa pessoa pode muito bem te julgar da maneira como ela quiser, simplesmente por juntar a liberdade de expressão com a liberdade de apontar o dedo na sua cara por ela não ter cometido o mesmo erro que você, e ela poderá julgada  por outrem que não tenha cometido o mesmo erro que ela e assim por diante, formando um ciclo que o ordenamento jurídico pode ser considerado o centro dessa circunferência.
Porém, ninguém mostra na testa que anda cometendo os mesmos erros que você e é por isso que nossa sociedade anda repleta de “Juízes autônomos”. Umas pessoas hipoteticamente podem julgar outras, mas o judiciário pode julgar todas e não ser julgado por isso. Quer um exemplo? Quem entra com decisão de recurso de sentença dada pelo STF? Existe algum órgão maior? O executivo possui algumas ferramentas para julgar crimes praticados pelo presidente do supremo, mas só isso. O judiciário então pode julgar sem ser julgado por isso, com a exceção de cometer crime.
Todos nós erramos e estamos sujeitos a julgamentos, seja na esfera judiciária ou na vida como um todo. Tudo vai depender da forma na qual você recebe sua sentença. Algumas irão nos ajudar a melhorar em algum ponto, outras serão vazias e sem lógica, e outras só nos trarão tristezas, tudo vai da maneira como nós encaramos cada uma.
Como saber se temos que ouvir o julgamento alheio se não sabemos se a pessoa é digna de estar nos julgando? Essa pergunta dificilmente encontrará sua resposta, pelo menos enquanto a falsidade e a hipocrisia continuarem imperando nas relações sociais. Cabe a nós fazermos diferente e pensar duas vezes antes de sair apontando o dedo por ai, quem sabe assim um dia iremos conseguir quebrar esse ciclo que só traz prejuízos para todos.
Postado por.: Diário Jurista

ROYALTIES DO PETRÓLEO E DO PRÉ-SAL

31 jul

Royal (real) – pessoas que exploravam os bens da coroa inglesa.

Royalties: expressão do Direito Privado para o Direito Público.

É o valor que se paga a uma pessoa por estar explorando um bem ou ideia criada por essa pessoa.

Funciona como uma espécie de compensação financeira.

Os royalties são receitas correntes e também originárias.

Problema dos royalties é saber quem será o credor.

Os royalties ficam com os Estados-Membros onde são localizados os bens explorados, mas os outros Estados-Membros discutem e pleiteiam o recebimento desses valores porque os bens são da União.

Os Estados-Membros que recebem esses valores alegam que não devem os mesmos (valores) serem divididos porque eles (Estados-Membros) correm riscos ambientais, econômicos, estruturais e outros que os Estados-Membros não correm, mas os Estados-Membros que não recebem os valores alegam que os Estados-Membros que recebem não investem os royalties em situações que previnam ou amenizem os riscos alegados por eles mesmos.

Estados-Membros que recebem royalties: Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Como Manter a Motivação nos Seus Estudos

31 jul

O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar com mais inteligência.”  Henry Ford

Permanecer motivado é uma luta! O nosso equilíbrio é constantemente assaltado por pensamentos negativos e ansiedade sobre o futuro. Todo mundo enfrenta dúvidas e depressão. O que separa o sucesso é a capacidade de seguir em frente.

Não há solução simples para a falta de motivação. Mesmo depois de derrotá-lo, o problema reaparece ao primeiro sinal de fracasso. A chave é compreender os seus pensamentos e como eles dirigem suas emoções. Por aprender a cultivar pensamentos de motivação, neutralizar os negativos, e se concentrar na tarefa em mãos, você pode sair de uma caída antes que ela ganhe a parada.

Razões Pelas Quais Perdemos Motivação

Existem três razões principais por que perdemos a motivação:

1. Falta de confiança – Se você não acredita que pode ter sucesso, em qual ponto você vai se apoiar para tentar?
2. Falta de foco – Se você não sabe o que quer, como é que você realmente sabe que quer alguma coisa?
3. Falta de direção – Se você não sabe o que fazer como você pode ser motivado a fazê-lo?

Como aumentar a confiança

O primeiro detonador da motivação é a falta de confiança. Quando isso acontece normalmente é porque estamos focados totalmente no que queremos e negligenciando o que já temos. Quando você só pensa sobre o que quer, sua mente cria explicações sobre o porquê de você não está recebendo o que deseja. Isso gera pensamentos negativos. Fracassos do passado e fraquezas pessoais dominam sua mente. Você se torna invejoso de seus concorrentes e começa a se dar desculpas para o porquê de não ter êxito. Neste estado, você tende a fazer uma má impressão de si mesmo, a se assumir como o pior entre os outros, e a perder autoconfiança.

A maneira de sair deste padrão de pensamento é focar em gratidão. Reserve um tempo para focar em tudo de positivo em sua vida. Faça uma lista mental dos seus pontos fortes, sucessos do passado, e as vantagens atuais. Nós tendemos a guardar as nossas forças para nos debruçar sobre nossos fracassos. Fazendo um esforço para se sentir agradecido, você vai perceber o quão competente e bem sucedido você já é. Isso vai reavivar a sua confiança e motiva-lo para concentrar-se em seu sucesso atual.

Pode parecer estranho que repetir coisas que você já sabe possa melhorar a sua mentalidade, mas, é surpreendentemente eficaz. A mente distorce a realidade para confirmar o que ela quer acreditar. Quanto mais você pensa negativamente os exemplos, mais sua mente vai trabalhar para confirmar essa crença. Quando você realmente acredita que você merece o sucesso, sua mente irá gerar formas de consegui-lo. A melhor maneira de trazer o sucesso para si mesmo é o desejo real de valorizar-se para o resto do mundo.

Desenvolvendo Focos Tangíveis

O segundo detonador da motivação é a falta de foco. Quantas vezes você se concentra no que você não quer, ao invés de em um objetivo concreto? Nós normalmente pensamos em termos de medo. Tenho medo de ser pobre. Estou com medo de ninguém vá me respeitar. Tenho medo de estar sozinho. O problema com esse tipo de pensamento é que o medo por si só não é acionável. Em vez de fazer algo sobre o nosso medo, ele se alimenta de si mesmo e drena a nossa motivação.

Se você se “pega” com pensamentos baseados no medo, o primeiro passo é concentrar essa energia em um objetivo bem definido. Ao delinear um objetivo, você automaticamente define um conjunto de ações. Se você tem medo da pobreza, pode criar um plano para aumentar sua renda. Poderia ser voltar para a escola, a obtenção de um trabalho de salário mais elevado, ou o desenvolvimento de um Web site rentável. A chave é passar de um desejo intangível para passos concretos e mensuráveis.

Ao focar sua mente em um objetivo positivo, em vez de um medo ambíguo, você coloca seu cérebro para trabalhar. Ele instantaneamente começa a elaboração de um plano para o sucesso. Em vez de se preocupar com o futuro, você começa a fazer algo sobre isso. Este é o primeiro passo para motivar-se a tomar decisões. Quando se sabe o que quer, torna-se motivado a agir.

Desenvolvendo Direção

A última peça do quebra-cabeça da motivação é a direção. Se o foco é ter um objetivo final, a direção é ter uma estratégia do dia-a-dia para alcançá-lo. A falta de direção mata a motivação, pois sem uma ação imediata, sucumbimos à acomodação. Um exemplo disso é uma pessoa que quer ter um blog popular, mas que gasta mais tempo lendo mensagens sobre blogs do que realmente escrevendo artigos.

A chave para encontrar direção é identificar as atividades que levam ao sucesso. Para cada objetivo, existem atividades que contribuem e aquelas que não o fazem. Faça uma lista de todas as suas atividades e organize-as com base em resultados. Em seguida, faça um plano de ação sobre as atividades que levam a grandes retornos. Para continuar o exemplo acima, uma lista para blogueiro seria algo parecido com isto:

1. Escrever conteúdo
2. Tópicos de pesquisa relevantes
3. Rede com outros blogueiros
4. Projetar e otimizar a colocação de anúncios
5. Responder comentários e e-mails
6. Ler outros blogs

Manter o controle de suas tarefas mais importantes vai dirigir sua energia para o sucesso. Sem um lembrete constante, é fácil perder dias inteiros em atividades como a leitura de o suprimento de RSS e-mails aleatórios dos sites, por exemplo.

Quando a motivação começa a diminuir, recuperamos o sentido através da criação de um plano que contém duas ações positivas. O primeiro deverá ser uma tarefa pequena que tenha significado para você fazer, enquanto o segundo deve ser um objetivo a longo prazo. Imediatamente fazemos a menor tarefa. Isso cria uma dinâmica positiva para depois dar o primeiro passo no sentido de atingir o objetivo a longo prazo. Fazer isso periodicamente é ótimo para sair de uma recessão, criando o reforço positivo, e mantendo planos de longo prazo em movimento.

É inevitável que você encontre períodos de baixa energia, má sorte, e até mesmo a falha ocasional. Se você não disciplina a sua mente, esses redutores de velocidade menores podem se transformar em monstros mentais. Por estar em guarda contra o os três destruidores da motivação é que você pode preservá-la e impulsionar-se para o sucesso.

Motive-se para Estudar!!

Concurso Público: 7 dicas para construir sua autodisciplina

23 jul

7 Dicas Para Construir Autodisciplina

Seu Alvo é Ser Funcionário Público

Autodisciplina é uma das ferramentas de desenvolvimento pessoal disponível para você que vai fazer concurso público. Além disso, é uma companheira poderosa para quem deseja obter sucesso no concurso.

Seguem 7 estratégias que irão ajudar você a se preparar para passar em concurso público

1. Desafie-se constantemente

Autodisciplina é como músculo: quanto mais você treina, mais forte você o torna. Assim como é preciso músculo para construir músculo, é preciso autodisciplina para construir autodisciplina. Se você continuar trabalhando com os mesmos pesos, não vai ficar mais forte. Da mesma forma, se você deixar de desafiar a si mesmo, você não vai ganhar autodisciplina.

2. Identifique seu grau de autodisciplina

Como temos força muscular diferente, possuímos diferentes níveis de autodisciplina. Todo mundo tem. Se você pode segurar a respiração alguns segundos, você tem algumaautodisciplina. Faça uma lista do que você já é capaz de manter disciplina e de onde precisa “investir” mais para seu concurso público, por exemplo: no horário ou no plano de estudo.

3. Não faça comparações

Você vai se considerar muito disciplinado, e relaxar no seu preparo para o concurso, ou pouco disciplinado ao ponto de desistir de concorrer ao concurso público. Nem todo mundo temautodisciplina desenvolvida no mesmo grau. Cada um tem o seu.

4. Para que a pressa?

Não adianta tentar transformar toda a sua preparação do concurso durante a noite, e esperar segui-las à risca na manhã seguinte. Autodisciplina se aprende. Seria como se inscrever em umconcurso hoje, fazer a prova amanhã e querer passar neste concurso.

5. Trace objetivos de curto e longo prazo

Se você está estudando 2h diárias para o concurso público e gostaria de estudar 48h semanais, comece acrescentando 30 min. Ficou cansado com mais meia hora? Não desista! Treine suaautodisciplina: continue com esta programação para o concurso até ficar fácil. Depois passe a estudar mais 30 min até atingir seu objetivo.

6. Use e abuse da força de vontade

Veja as pequenas dificuldades como testes para sua autodisciplina. Não gosta de levantar cedo, mas precisa de mais tempo para estudar para o concurso público? Ponha o despertador para 1h antes do que de costume. Assim que ele tocar, levante-se imediatamente e comece sua rotina. Não fique na cama “só mais um pouquinho”.

7. Diga não às tentações que o afastam dos seus objetivos

Se você sabe que algo vai distrai-lo na hora de cumprir o que estabeleceu para o seu dia de estudo para concurso público, procure evita-lo. Ponha sua autodisciplina para funcionar, remarque encontros, visitas, idas ao shopping, desligue a TV, o computador, etc., de modo que você possa cumprir o planejamento para o concurso integralmente todos os dias.

Adapte estas dicas à sua realidade, acrescente, modifique e eduque sua autodisciplina para passar em concurso público.

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