Não basta querer vencer

26 dez

Ora, todos nós queremos vencer.

As vezes o conceito de vencer pode ser diferente, os objetivos diversos e as vontades se limitarem a várias intensidades, mas, o objetivo sempre será vencer.

Em algum momento da vida lutamos por um diploma, uma profissão, um lar, uma vida, um reconhecimento, por um sonho e mil objetos de desejo.

Os sábios sempre deram as fórmulas necessárias e eficazes para que qualquer pessoa, sem distinção de credo, raça, patrimônio ou idade, pudesse vencer. Umas mais simples, outras complexas e algumas realmente difíceis. Mas, as fórmulas existem, aos milhares.

Se bem olharmos, todas, sem exceção, implicam em induzir o discípulo a adquirir conhecimentos gerais e específicos; assimilar noções básicas de direitos, deveres e limites, além de gerar estímulos de conduta moral, disciplinar e de perseverança.

Esta é a base, não há dúvida.

Entretanto, embora sejam conhecidos e disponíveis os instrumentos, muitas pessoas ainda se perdem na hora de escolher um caminho; seja no âmbito da formação educacional, do direcionamento profissional, do convívio social ou mesmo da sua valoração pessoal.

É que o ato de decidir impõe responsabilidade, e esta, solenemente, se constitui na grande barreira inibidora do desenvolvimento humano. Entretanto, todos nós já temos os nossos sonhos e, se houver dúvida em qualquer encruzilhada, será correta a opção que guardar sintonia com o sonho. O resto não interessa, deve ser descartado.

A grande maioria, indecisa, se perde e estaciona à beira do gesto de responsabilidade; outros, mais afoitos, a esquecem, e tentam suprimir etapas para que o sucesso chegue mais rápido; e alguns, embora cônscios, quando se defrontam com as dificuldades, desanimam, e se sucumbem. Mas, uns poucos, atentos à compreensão das regras, avançam, e se tornam vencedores.

Para os vencidos o fracasso é obra do destino, para os vencedores o sucesso é resultado do trabalho e da dedicação.

Todavia, se analisarmos detidamente cada uma das situações, vamos concluir que um detalhe se aflora; é a construção do objetivo e manutenção deste foco em todas as decisões do cotidiano é que fazem a diferença.

Nenhum viajante chegará a lugar nenhum se não souber para onde pretende ir; porque não terá objetivo. Alguns viajantes poderão ficar pelo caminho se se encantarem pelas sombras das árvores, pelo frescor do riacho ou pela beleza das flores; porque perderam o foco do seu objetivo. Mas chegará lá, sem dúvida, o viajante que sabe para onde vai, não se deslumbra com a beleza adjacente e não busca atalho; porque tem seu foco voltado definitivamente para o objetivo.

Então, para alcançar o sucesso é importante definir o sonho; buscar os ensinamentos úteis para a jornada; quebrar a inércia começando imediatamente a caminhada e, a partir dali, manter o foco quando dorme, quando acorda, quando alimenta, quando se diverte, quando trabalha e enquanto vive.

Não adianta apenas querer, é preciso, antes de tudo, se despojar dos vícios periféricos e se concentrar, integralmente, no objetivo.

Os momentos próprios de descanso devem estar além do objetivo, depois dele, assim como uma recompensa pela dedicação ou um prêmio pelo sucesso, do contrário só restará absorver a poeira que os obstinados deixarem pelo caminho.

Assim, não é demais repetir: para alcançar o sucesso é importante definir o sonho; buscar os ensinamentos; quebrar a inércia e manter o foco, sempre. Não se pode esquecer; obstinadamente sempre. O resto, é só o resto.

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